A escolha ...
mas mesmo quando a dor inunda
o espirito tão fragil,
fragil e tão inocente...
fragil e tão malicioso...
a faca não corta.
o sangue não sai.
apenas a mente divaga em agonia
a pele não rasga.
o corpo não cai.
apenas as lagrimas ...
enxem o vazio sentimento
de perda
de devaneio
de loucura
de morte
de nada
o silencio
esse fiel aconpanhante
estará sempre por perto...
mas não é isso um preludio
de que Nada Humano está mais perto?
e que farás, folha deambuante,
num mundo de tempestades
e chuvas e ventos cortantes?
e que farás, chama tremula,
no meio do caus do incendio
da vida fugaz por onde andas?
e que farás, sombra de campa,
quando o sol envolver o cemeterio
perpetuo onde vives à seculos?
Fugir dele?
e morrer, deixando a luz tudo
conquistar com os seus odiosos raios brilhantes?
Ficar reduzida à mais minuscula
chaga de obscuridade,
aguardando o momento do
impossivel renascimento?
Ou SER a propria luz?,
uma luz negra, bela, terrivel!
provocada por mil noites
de pesadelo e de segredo e de horror!
gozando estes da tua protecção
negra desdo inicio do tempo
tempo este que agora passa...
mais tranquilamente...
como se a noite e luz morbida da lua
ja não fossem o eterno sangue negro
da ferida que não sara
mas sim a propria força que o amansa
e o une de novo à alma, agora em paz
...
Eu fiz a minha escolha.
E tu, que farás?
o espirito tão fragil,
fragil e tão inocente...
fragil e tão malicioso...
a faca não corta.
o sangue não sai.
apenas a mente divaga em agonia
a pele não rasga.
o corpo não cai.
apenas as lagrimas ...
enxem o vazio sentimento
de perda
de devaneio
de loucura
de morte
de nada
o silencio
esse fiel aconpanhante
estará sempre por perto...
mas não é isso um preludio
de que Nada Humano está mais perto?
e que farás, folha deambuante,
num mundo de tempestades
e chuvas e ventos cortantes?
e que farás, chama tremula,
no meio do caus do incendio
da vida fugaz por onde andas?
e que farás, sombra de campa,
quando o sol envolver o cemeterio
perpetuo onde vives à seculos?
Fugir dele?
e morrer, deixando a luz tudo
conquistar com os seus odiosos raios brilhantes?
Ficar reduzida à mais minuscula
chaga de obscuridade,
aguardando o momento do
impossivel renascimento?
Ou SER a propria luz?,
uma luz negra, bela, terrivel!
provocada por mil noites
de pesadelo e de segredo e de horror!
gozando estes da tua protecção
negra desdo inicio do tempo
tempo este que agora passa...
mais tranquilamente...
como se a noite e luz morbida da lua
ja não fossem o eterno sangue negro
da ferida que não sara
mas sim a propria força que o amansa
e o une de novo à alma, agora em paz
...
Eu fiz a minha escolha.
E tu, que farás?
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